A difícil tarefa de voltar as origens. | Rândomico

2 insultas

24 de abr de 2016

Começarei dizendo que eu não tenho culpa de nada disso.
E que eu sei que não tem ninguém ai do outro lado vibrando por causa de um textinho sem vergonha numa página de blog falida. Mas eu sei que é um bocado estranho voltar aqui.
Personagem Mafalda em quatro tirinhas demonstrando tédio




OK. Sinceridade: Estou no famoso limbo de não ter o que fazer de novo. O mesmo que deu origem a este famigerado blog.

No youtube está tocando Falling Love - Mcfly. Uma bandinha falida que eu... Amo.
Tudo nostálgico de mais hoje.

Fábrica de Catupiry é muito nostálgico pra mim. Pra você talvez não. Tu não deve estar acostumado a isso. Mas enfim...

Estou vaga de mais hoje e não tenho assunto decente pra gente discutir. (Ou no caso pra eu me ludibriar achando que tem gente lendo. É.)

Vamos por partes?


O último post lançado foi, bem, foi no dia cinco de MAIO de 2015. Caaaara... Quase um ano! Isso é motivo pra gente postar foto de bolinho? Não? Ah, okay.


Confesso que dissertar um texto daqueles foi prazeroso. Sempre gostei de me expressar daquela forma, entende? Do meu jeito, com minhas palavras e palavreados. Entre textos e imagens eu meio que viajava, olha, era muito bom. Mesmo. 

Mas nesse quase um ano eu me entupi de trabalho. De responsabilidades que não deram em lugar nenhum. Não que eu tenha me arrependido de ter feito o que eu fiz, ou de quem eu era no trabalho, ou seja lá o que era. Só digo que não valeu a pena. Nem um pouco. 

E ai milhares de coisas ficaram para depois. 
E vem desde o meu relacionamento até minha saúde.

Deixei de ver amigos. 
De fazer coisas que eu gostava.

Por um trabalho que não valia a pena. 


E o que isso tem a ver?

Ora pequeno gafanhoto, isso conta com o blog. Se eu não tinha tempo de dar uns beijinho acha mesmo que eu iria escrever no Fábrica? Todo falido? Lógico que nom, né monamour?

Bem... E tem o outro fator: SEM PC.

Isso ai acaba com qualquer um. Fiquei um fucking ano sem pczinho em casa. Eu tinha meu celular e o computador de mesa do trabalho, e bem, nem o do trabalho eu podia contar. Era bloqueado pra tudo.

E levando em conta todos esses problemas, e empecilhos, e o trabalho... E a porra das duas horas de distância do trabalho pra casa... (Depois eu explico melhor.)

Tudo isso levou o Fábrica ás moscas.
Mas aqui estou. Em meio aos escombros de uma zueira sem fim.


Espero que não tenham se esquecido de mim! (Que nem certas pessoas que me deixaram sozinha esses dias aí, operada do siso...)

Eu volto pra gente bater papo sobre dentes. E sobre política. E sobre filmes e livros. Vamos fazer esse blog ser alguém nesse mundo de pages de facebook. OK? Ok!

Um beijo no miocárdio




Pequeno espaço para os devidos créditos: 
Imagem de apresentação: http://vamosdevan.blog.br/2014/02/5-dicas-para-lidar-com-o-tedio/

Os limitados a curto prazo. | Dia-a-dia da mobilidade reduzida | Especial Coisa Séria & Aconteceu Comigo.

Tenha a honra de ser o first!

5 de mai de 2015

Ufa! Que puta título huh?
  Preciso, porém, grandioso. O título do post de hoje remete à coisas que nós nem nos importamos e que acontecem debaixo dos nossos narizes paulistas enormes, empinados e com catarro pro causa do mau tempo aqui.



Anteriormente dia 16/04


Eai seus bosta, ceis tão bem? É memo é? Foda-se. 

Eu sei demorei muito pra voltar. Aconteceu uns lances sabe? Milhares de coisas.
Fui no Maeda no final de semana (ô lugarzinho fóda) e machuquei meu pé por lá. 

Sim, estou usando bota ortopédica agora. Sabe robofoot? 

Genialidades Sabrina.
E infelizmente perdemos um grande amigo da família.
Até iria fazer um post falando sobre "reflitao" sobre a morte, mas... Gente, sério. Eu ando numa maré de medo de morrer, que eu não achei necessário, prefiro não comentar muito sobre.
Vamos ao post.


Aviso

Esse post é sobre coisinhas sérias. Se você é um tremendo babacão que só quer ler zoeira, sinto muito. Vá ver um vídeo do Damiani. OKA? (Sou uma daora <3) 

Ah, essa vida de corno manso. 
Minha relação com o ortopedista é, de longe, a mais fiel que existe. Eu sempre estou lá.
Não tem um mês em que você diga: Sabrina está ótima. Não caiu uma vez. Nem um arranhão se quer.

Tsc, Tsc.

Sou um desastre. Um grande baixinho desastre. E não é belo. (*aquele som de prato de bateria quando você faz uma piada*) 

Eu sou mestre em cair, me esfolar, formar crateras na cara por bater no chão, e uma infinitude de coisas que eu me permito. Eu sempre me machuco. E quem se fode é o meu pé, minha perna e/ou meu joelho.
Como na foto acima, ceis viram, foi o meu pé.
(Tô até afastada por causa disso. É... Ou cê acha que eu saio postando aqui porque tive tempo?)

Pra quem não sabe, acredito que ninguém saiba mesmo, eu me acidentei ano retrasado.
Pra recapitular:


  1. Eu trabalhava de manhã, numa empresa de energia. (Não farei merchan.)
  2. Usava o trem para me locomover.
  3. Era um dia em que SP estava um caos. (Acontece.)
  4. O lugar estava lotadaço.
  5. O trem veio.
  6. Me empurraram.
  7. E eu CAÍ QUE NEM BOSTA NO VÃO DO TREM.
  8. Fim. <3

Claro que a história real não é bem assim, feliz.
Eu me machuquei feiosamente e fui afastada do meu trabalho. Porém, eu tive que trabalhar um mês de muletas e de bengala.
E foi assim que eu descobri que essa cidade é uma bosta em relação a Mobilidade.

Veja bem, eu sempre tive uma vidinha normal. 
Tenho minhas pernas finas e tortas, mas que funcionam super bem. 
E ai eu quase quebrei meu joelho. Usei talas, gesso, faixa, um trosso de metal pra manter minha perna esticada e foi uma grande merda.

Isso tudo serviu para eu descobrir o que SP faz com seus portadores de necessidades especiais.

É. Eu consegui tirar algo de bom de tudo isso. E mudar meu modo de pensar.

Tudo começou quando eu saí da minha cama, nos dias de atestado, e descobri que teria que trabalhar. Meu pai não podia me levar de carro até o centro, e eu ia de trem. 
A-P-A-V-O-R-A-D-A.
Eu tenho receio de trem até hoje. Tenho medo de cair no vão novamente.
E isso fazem dois anos já. Eu sei. Faz tempo. Mas eu tenho medo ainda.

Voltando.
Começa quando eu tenho que entrar na estação - metrô, trem, ônibus. E eu tenho que dar a volta pela entrada para chegar às catracas. É cansativo usar muletas. Seus ombros doem e seus joelhos se cansam com facilidade. Suas axilas ficam marcadas por causa do apoiador. Isso se ele for de esponja, OK? Se for de madeira esquece seu ombro.
Depois de andar um pouco, e já cansar meu joelho dolorido, eu finalmente cheguei às catracas. E ai? Surpresa! 

Algumas catracas são pequenas, se você estiver de bengalas/muletas; dificilmente vai conseguir ultrapassá-las. E no tempo em que eu tive minha mobilidade reduzida era bem difícil alguém abrir aquela portinha para cadeirantes. (Acredito que os seres humanos não tem a capacidade de compreender, que os cadeirantes; os muleteiros e o povo 29/30 - que são os que mancam, como meu pai diz - são pessoas que não tem mobilidade o suficiente para subir escadas, ficar em pé em meios de transporte e passar catracas estreitas e que travam mais que o Windows.)

O que eu mais reclamei quando usei muletas foi a falta de elevadores e rampas nos estabelecimentos. Desde mini-shoppings à plataformas de ônibus. 
Imagina subir e descer escadas, rampas longas, elevações nas calçadas com muletas? 
É horrível.
E ninguém se importa.

Sofri por meses com isso. 
Eu usava uma plataforma, no meio da Av. Rebouças, em que o acesso ero feito por passarelas. Eu tinha que enfrentar dois lances de escadas todos os dias. Por quê? 
Simplesmente pelo fato de não arrumarem o elevador. Nunca.
E uma vez, indo para o trabalho, acabei deixando minhas muletas caírem. Alguém ajudou?
Não. Nem uma alma bondosa.

Pra não dizer todos os lados ruins, posso garantir que no ônibus você tem seu lugar.
Isso quando não tem uma velha fdp que nunca vai entender que você sofreu um acidente.


História real:
Lá estava eu, indo para a faculdade. Feliz da vida. 
Entrei, passei as catracas com dificuldade e me assentei no primeiro banco preferencial que vi. Coloquei minhas muletas ao lado e curti minha viagem de alguns minutos. Esta seria interrompida com uma senhora mal amada. 
Ela entrou, e fez o mesmo que eu. 
Não se atentou ao assento ao lado, com uma jovem adormecida. O que ela fez?
Isso.
Ela maldosamente me olhou furiosa.
- Não vai se levantar, menina? - Perguntou, rosnando.
- Eu preciso deste assento também. - Respondi um pouco desatenta. A velha, com um ódio descomunal começou a reclamar.
- Mas que pouca vergonha! Não quer se levantar pra quem precisa! Esse país é uma bosta mesmo! Que horror! Saia daí sua mal educada!
Eu a olhei fixamente nos olhos e a mandei tomar no cu.

Er...

Não. Eu nem respondi. 
- A moça está de muletas, minha senhora. Use o assento do seu lado, por favor. - Respondeu o cobrador.

Se eu te disser que ela sentou no assento do lado, me xingando, você vai se surpreender?


O que eu mais presenciei nesse tempo, e foi bastante, é a falta de educação. Foram vários casos. Algumas pessoas esquecem que esses lugares são, por direito, de uma parcela da população. E não se deve pedir lugar reservado. Deve se oferecer sem questionamentos. É pra isso que servem as placas, sabiam?

Outro ponto: sujeira nas ruas.
E não é só por causa dos boeiros, sim, aqueles que entopem quando chove. 
Ou a proliferação de pragas. 
Muito menos o perigo do lixo eclodir por causa do calor. Estou falando da dificuldade que é andar numa calçada íngreme, sem rebaixamento, esburacada e com lixo. Isso que eu andei de muletas. Imagina quem precisa de andador e de cadeira. Né? 




Atualização dia 05/05
No final de semana retrasado, porque eu demorei para terminar o post*, eu tirei o robofoot.


(Tenho vida.*)

Mas no tempo que usei, eu passei as mesmas coisas. Uma delas a se ressaltar é a falta de paciência dos motoristas e cobradores de lotações.
Concorda comigo, que se eu precisar ir num lugar bem aquém do ponto, e pedir para o motorista me deixar desembarcar antes do próximo ponto, ele deveria deixar eu descer?

Os funcionários dos ônibus não concordam. E não só conosco. É bem abrangente. Principalmente sobre não esperarem idosos entrarem no dito cujo. 

Não sei se é pressa, se é fogo no rabo ou filha da putagem, mas a realidade é que eles não param para nós. Nem cadeirantes, nem idosos. A falta de respeito é gigantesca. Como no caso de uma jovem cadeirante que passou maus bocados em Guarulhos.
O vídeo foi postado no Facebook.


Olha que absurdo pessoal!Prestem bastante atenção nesse video, anotem os nomes ditos nele e compartilhem pra que isso não fique só na bronca/denuncia. Curtam e Compartilhem >>> Guarulhos em Rede
Posted by Guarulhos em Rede on Sábado, 25 de abril de 2015


Espero que a jovem consiga seus direitos na justiça.
E acredito que vocês tenha entendido o recado: Ninguém tá nem aí pra ninguém.

Como relatado no vídeo, a moça foi mal tratada nos pontos e nos ônibus, nos quais, os próprios usuários reclamaram, alegando, que em horário de pico, um cadeirante atrapalharia a utilização de um lugar que, veja bem, pertence a ele por lei.

Até quando, ó sociedade pós-moderna; paulistanos, paulistas, cariocas, mineiros e seja lá mais quem forem, até quando vamos ter que tolerar essa falta de noção de nossos próprios moradores? Como poderemos nos orgulhar de sermos o povo mais simpático das Américas se não nos importamos com nossos cadeirantes, idosos e limitados de mobilidade?

Tenho vergonha de você, que reclama quando um motorista tem que parar a perua, descer a escada e usar o elevador para acomodar um cadeirante.
Tenho vergonha de você que não se importa se tem alguém usando uma muleta, sem condições de permanecer em pé, e não levanta essa sua bunda obesa e flácida do lugar.
Tenho pavor e nojo de você, que alega odiar os idosos, porque são frágeis.

Em sumo, espero que este post sirva de pensamento do dia pra ti, que vive reclamando do quanto sua vida é ruim, e nem imagina, que aquela calçada ingrime na frente da sua casa, pode arruinar o dia de um cadeirante, ou atrasar aquela pessoa que está de muletas, ou até, torcer a coluna de um idoso com artrose.


Credo Sabrina, que exagero.

Pois é gafanhoto, parece exacerbado mas é a realidade. Todos eles passam isso em todos os dias e quando reclamam dizem que eles deveriam ficar em casa, que idoso não tem que ficar na rua, que: "Pra que sair de casa se você está afastado do trabalho"?

As pessoas esquecem que o mundo não gira em volta de seus empregos ruins. O mundo gira em volta da nossa vida. E é ela quem devemos prestar a maior das nossas preocupações.
Então uma dica da tia Sa: Respeito. Com um pouco disso nos seus dias a vida se torna mais fácil e agradável.
Sempre respeite os lugares de idosos, ajude um cadeirante a entrar num ônibus, pare para ele, auxilie quem tem mobilidade reduzida. Tudo isso com o mínimo de bom senso, OK?

E nada de me enxerem o saco por causa daquela velha mal amada do outro post.

Amo vocês.

Senti falta e tal, e quero pedir desculpas pela demora. Mas poxa, olha ai, post grande cheio de links e ótimo para debater.
Que tal vocês tomarem vergonha na cara e comentarem?


Beijo na boca viado!



Pequeno espaço para os devidos créditos: 
Imagem de apresentação: Entre a Pressa e a Preguiça.
Imagens adicionais, tais como gifs, são da INTERNET.
¹ Catracas: Reprodução super.abril.com.br
² Sogra Chata: Reprodução https://putzlinkg11.wordpress.com/category/chatas/
³ Lixo na Rua: Reprodução http://casa.abril.com.br/materia/em-sao-paulo-jogar-lixo-na-rua-podera-render-multa-de-ate-r-500
4Vídeo da Cadeirante: Reprodução https://www.facebook.com/GuarulhosEmRede

Primeira Vez | Resenhas | Fanfics e Ficwriters

Tenha a honra de ser o first!

9 de abr de 2015


Eu disse que eu estava de volta, huh? 

A gente realmente não acredita em você, sabia?
Uhum! E ninguém quer saber o que significa a capa, ou o que é Primeira Vez, ou saber da minha vida?


Não!

Você nos abandonou Sabrina, não me venha com essa.

Perdoa ai, na moralzinha gente!

Hm. Ok. Dependendo do que você tiver ai contigo.

 Decidi, por estes dias, fazer a tag Resenhas. 
E não, eu NÃO vou escrever sobre filmes, livros e séries; porque isso é o que everbody faz. Okay?

Vamos lá!


Aviso

Este post é relativamente grande, contém spoilers e caso você não queria ver tem duas opções:
 ou 





Primeira Vez. Já pensaram nas milhares de primeiras vezes na vida de vocês?

Primeiro passo.
Primeiro beijo.
Primeiro blog.
Primeiro amor.
Primeiro olhar.
Primeiro dia incrível num parque.
Primeira vez.

Esta One-Shot foi construída em algumas horas, num dia de tédio no escritório.
Eu realmente não me recordo como cheguei ao tema, somente senti vontade de fazer algo do gênero Angst, e é claro, me senti inspirada com o Mini Desafios de Escrita do Social Spirit.
Infelizmente ninguém por lá decidiu usar esse tema, mas eu os vi publicando fanfics incríveis e pensei: Por quê não?

A minha principal fonte para o desenrolar do texto foi o medo. Medo de fazer algo que lhe tire da rotina. E eu estava num bloqueio invencível naquela semana. Sem postar SuperAfim, sem vontade de escrever mais nada. O blog morrido aqui. Enfim, decidi dedilhar um pouco no word. E no trabalho. (Eu já havia feito meu serviço. Foi num daqueles dias ociosos que eu tenho por lá.)

Ignorei todas as mensagens que meus nervos me enviaram. Não me dei conta do pavor que meu corpo sentiu, e muito menos, dos avisos que meu cérebro me transmitia. Minha respiração encurtava, minhas mãos suavam e os pelos da minha nuca se eriçaram.
Começar Primeira Vez foi uma batalha. Eu não sabia pensar num personagem tão dramático quanto uma criança, levando em conta a tal primeira vez.
Eu já tinha o final e o enredo pronto, mas começar me pegou e me martelou a cabeça por um tempo. Meu intuito - muito bem atingido, por sinal - era de surpreender o leitor, porém, deixá-lo angustiado. (Ah, por isso o gênero Angst!)

Brinquei um pouco com a mente de quem lê. Você inicia o seu cenário de leitura imaginando tudo!

"Eu estava imaginando várias possiveis primeiras vezes kkk Depilação, ginicologista, sei la kkkkkk "

~Kah_Snape


"Confesso que quando bati os olhos no título, logo imaginei algo "hot" e um tanto insinuador. Sério, eu fiquei pensando bobeira por uma boa parte da leitura, depois pensei que a garota estava indo ao genecologista pela primeira vez."
Lollallyn

"Passei a fic inteira absolutamente agoniada pensando "a mãe dela vai mesmo obrigá-la a se prostituir?? Que senso de comédia mórbido é esse?". "
Sarah Hardt
"Oh, mas quando ela disse que tinha doze anos e todas tinham de acabar por o fazer, achei que seria a primeira vez dela a comprar um soutien XD "
Elyon Somniare

Estas são algumas reações sobre a trama. E é hilário ver que 80% do público imaginou primeiras vezes de nós mulheres. 
Ginecologista, Soutien e a prostituição ficaram no topo dos palpites.
Fiquei feliz por alcançar a dúvida já no começo do texto. Era a intenção.

Eu só tenho doze anos! Frágeis e vividos doze anos. Mãe queria que eu fizesse isso sem ao menos me perguntar se eu estava preparada. Queria me levar ao covil dos monstros e nem me dera uma armadura. Como me proteger?
Decidi não dar um nome para a nossa garotinha.
A construção de um personagem, numa fanfic/livro/texto é o ponto crucial para seguir viagem.
Porém, eu caí no limbo: Quem vai passar por um momento tão trágico como a primeira vez num avião? (Olha o spoiler ai gente!)

Só poderia ser alguém frágil como uma criança de doze. Sua mente é construída de sua infância e influenciada pela sociedade em que vive. Sem contar a pressão dos pais com o comportamento.

“Ora querida, você já é moça. Tem que se virar sozinha.”
Minha pequena protagonista está sofrendo e nos conta o que se passa na sua mente.
Logicamente que ela não precisa explicar o que aconteceu antes, porque ela está somente pensando.
Certo?

A grande intenção da trama se enrolar desta forma é justamente para dizer: Eu não estou contando à você; estou apenas pensando. Você é quem está invadindo minha mente!

Grande sacada, huh?

A odiei por um segundo. Por dois. Passara-se meia hora e eu ainda a odiava por aquilo. Desliguei meu celular como punição pela péssima mãe que ela era. Droga! Quanta falta eu sentia de seu perfume adocicado agora.

Deixar o personagem em um cenário de risco. Ou, pelo menos fingir, foi a minha tática para irritar o leitor. 

Até porque, pqp Sabrina! A menina vai ser vendia para um pedófilo e você a deixa sofrer sozinha!

Exatamente! 
 Tirar o único conforto, que era a mãe, foi a minha maneira de tirar a menina da zona segura.
Daí em diante foi a hora de me divertir totalmente com o público e os deixar raivosos com o futuro da garota.

Senti tudo se mexer ao meu redor. Primeiro como em uma estrada de terra, me fazendo pular onde eu estava. Depois, mais rápido. Mais veloz. Mais firme. Não parava até que senti o torpor.
A conotação sexual foi proposital para a construção do personagem sofredor e injustiçado que eu pretendia. Tudo isso para brincar com a mente do leitor e o deixar com um certo "ódio" pelo meu trabalho.
(Ninguém normal gosta de ler meninas sendo estrupadas, né?)

Suspirei.
Acalmei-me.
Sorri.
Para a primeira vez num avião, até que não fora tão ruim. Tinha até bolo de chocolate!

Sou perfeccionista. O espaçamento nas ações "Suspirar, Acalmar e Sorrir" me ajudaram a construir o momento de segurança para a pequena de doze anos. Assim eu pude jogar o avião na trama e deixar vocês com cara de:

 

HAHA! A melhor parte, huh?

Fiz da melhor maneira que pude. Principalmente para você voltar o texto e encaixar o avião desde o início do texto.

O bolo de chocolate, hm, foi para deixar o texto mais delicado.

Enfim, é isso gente. Espero que, você que já leu, leia de novo:



E se não leu: LEIA!
Estou mandando.

Novamente gente, quero pedir desculpas pela filha da puta que eu sou. Eu sumi, eu nem dei notícias nessa porra de vida. Mas OK, eu sempre amarei vocês, seus bando de noia <3



Enfim, é isso. Amo vocês. Não sumam. 
Compartilhem no Facebook, dê +1 no Google+, conte para seus amigos (inimigos) no Twitter e sejam felizes.

Fui!





Pequeno espaço para os devidos créditos: Imagem de apresentação é uma reprodução: MINHA! Isso, a capa da fanfic pertence solámente a euzinha.
Imagens adicionais, tais como gifs, são da INTERNET.

O bom filho a casa torna. | VOLTEI BITCHES!

31 de mar de 2015


Tô "EMOssionada"!


PUTA QUE PARIU! COMO CONTER AS LÁGRIMAS?




Ai gente! Quanto Tempo! O que fizeram da vida? Huh?

Porra nenhuma, não? 
Imaginei...


Enfim, vamos para a encheção de linguiça! (esta porra não tem mais trema: ü)

Nesse tempo, de Outubro para cá, - OMG! 5 fucking meses! - eu realmente mudei meu dia-a-dia. Quando você arruma um emprego novo você reativa suas responsabilidades, que havia perdido com o tempo. E ai vem o abandono das redes sociais, dos amigos, de dormir mais cinco minutinhos...

Em geral, sua rotina é: trabalho >  cama > trabalho > cama > trabalho > cama.
(Não que dormir seja uma bosta, mas convenhamos que é um saco não ver quem você quer. Ou ir num cinema. VER INSURGENTE! )

E ai, foi isso que aconteceu comigo. Eu esqueci completamente o que é um blog. Senti muito a falta do FDC mas poxa, eu não tinha tempo nem pra lavar o cabelo! (Sou limpinha!)

O post de hoje é um oi e alguns avisos. Hm?

Não briguem comigo, estou separando coisas legais para vocês.


  • Links corrigidos e, é claro, correções nas páginas.
Sobre este tópico: UMA TRABALHEIRA DO CARALHO. Vocês tem que me amar por isso.
Arrumei a seção de fanfics, os ficwriters: e vocês tem que me fazer o favor de se inscreverem gente, me mandem seus trabalhos. Eu estou aceitando Ficwriters para o Fábrica de Catupiry. 
Minhas Fanfics estão atualizadas, com curiosidades, - caso algum trouxa queira saber - e também com os links corretos para cada seção. Também atualizei algumas páginas e enfim, é isso. Tudo organizado.

  • Algumas tags excluídas do site.
Na coluna do MENU acabei por deletar algumas tags. Ou quase todas.
E, depois de quebrar a cabeça, para finalmente descobrir que merda estava acontecendo com o meu Layout, eu consegui fazer o menu de tags ali.
(Que veio especialmente do blog: Kawaii Word <3)


  • Maior participação no twitter.
Eu quase não falo com vocês. Mas sei que você, leitor amado e invisível, está lendo e acompanhando o FDC sempre. Tenho seus registros. Eu só posso me comprometer no twitter.
Eu nem queria expor minha cara, mas tudo bem. Pra quem se importa, meu twitter pessoal será substituído pelo o FDC NEWS.
Não chorem! Ele vai morrer feliz <3 (NUNCA USEI AQUELA BIROSCA!)

  • Preparativos para a abertura da coluna H.it!
O projeto inicial do (Ir)Responsável, que era o protótipo do Fábri da Catupiry; foi criado a partir do H.it. Ou Hate It :  Escarrando na boca do rato. Era pra ser um blog bem de babaca, falando mal da porra toda e era um projeto de 2013. Ou seja: Era brilhante.
Eu não vou desistir dele, porém, a ideia de usar redatores para a coluna permanece. Mudarei a forma como a abordagem do H.it será, e é claro, usarei pessoas escolhidas a dedo.
Quanto mais barraqueiro você for, melhor será para a coluna.
Isso é projeto a longo prazo pequenos gafanhotos, vai demorar.

  • E eu volto a escrever como nunca!
Pra quem já se interessou a ir na aba Sobre a Autora, (A vaca mal amada que vos escreve) saberá que eu escrevo fanfics. (Jura?)
Estou com um projeto de ones.

One-Shots: A cada tiro uma surpresa. É a forma que eu encontrei para voltar para o Nyah! e ingressar no Social Spirit. Para saber os links dos meus perfis, você, pobre curioso, terá que ir no menu: Fanfics e Ficwriters para descobrir. MUAHAHAHA


Enfim, encheção de saco aqui e ali, coisas aleatórias e sem graça, mas é meu blog.
Eu senti falta de botar pra fora o que estou sentindo.
E o que eu sinto é Nostalgia

Ê falta do que fazer!
Sei disso gafanhoto!

SENTI FALTA PRA CACETE! ME AMEM FALOWS?


Beijos e queijos da tia Saa!





Pequeno espaço para os devidos créditos: Imagem de apresentação é uma reprodução: http://www.watson.ch/!654019281